sexta-feira, 29 de janeiro de 2010


Direto ao forno


Para a linha de pratos prontos "Direto ao Forno" da Itálica Indústria e Comércio de Alimentos foram criadas embalagens visualmente atraentes, com cores quentes (que remetem ao vermelho da marca), com destaque para a imagem do produto e elaboração da logotipia "Direto ao Forno". Esse trabalho foi produzido há alguns anos atrás, enquanto trabalhava em outro escritório de design.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010


Quando Morricone veio ao Brasil


Trabalho voluntário e não-oficial de divulgação de evento ligado à música de cinema, inédito no gênero aqui no Brasil, ocorrido em 2007. A arte foi gentilmente cedida ao site ScoreTrack.net, especializado em trilhas sonoras e filmes.

Ah, o título deste post... foi no Música em Cena que o público brasileiro teve a primeira oportunidade de assistir um concerto com o maestro e compositor Ennio Morricone, autor das trilhas dos filmes A Missão, Era uma vez no Oeste e Cinema Paradiso, entre outros.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010


Anúncio para o Dia Mundial de Combate ao Tabaco


Este anúncio de jornal para a clínica CHO foi criado em parceria com a redatora Francine Bueno quando fazíamos dupla na agência Z/Quattro há alguns anos. Quando preparava a imagem para publicação aqui no blog percebi que na embalagem está escrito "Contém 12 unidades" mas na caixa foram colocados 11 cigarros... incrível que tenhamos deixado passar isso! No entanto a mensagem é bem criativa e o anúncio chegou a ser premiado na época.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010


Catálogo Panatlântica Catarinense


A Panatlântica Catarinense, empresa sediada em Joinville, precisava de um novo catálogo para sua linha de telhas em aço, perfis e acessórios, que traduzisse produtos de qualidade e fosse visualmente clean e sóbrio.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009


Proposta outdoor Greenpeace


Este foi um trabalho acadêmico que conquistou o 2° lugar no Prêmio Talento Universitário - categoria Outdoor da Universidade Regional de Blumenau (FURB) em 2000. Embora minha área específica seja design e direção de arte, de vez em quando gosto de explorar meus talentos como redator (o texto deste outdoor também é de minha autoria).

segunda-feira, 16 de novembro de 2009


Cartazes das Bienais de São Paulo


Este é um dos slides da apresentação do meu TCC na pós-graduação. Transcrevo aqui o resumo:
O trabalho "Design & Artes Visuais em diálogo nos cartazes das Bienais de São Paulo", tem como objetivo analisar um grupo de cartazes, criados com a finalidade de divulgar as três primeiras Bienais nos anos 1950 e outra peça produzida na década de 1980. Preocupa-se, ainda, em proceder à investigação das conexões desses trabalhos com as vertentes artísticas na época de sua realização, bem como dos panoramas do design gráfico das décadas de 50 e 80, no Brasil. Ao destacar-se a importância dos contextos, pretende-se investigar se os cartazes das 1ª e 3ª Bienais, de Antônio Maluf e Alexandre Wollner respectivamente, foram produzidos a partir do conceito construtivo de design que surgia no Brasil no início dos anos 1950, enquanto que, no cartaz de Antônio Bandeira para a 2ª Bienal, a intenção é verificar supostas influências do abstracionismo, característica comum a alguns artistas daquele período. No quarto cartaz do elenco criado por Cláudia Scatamacchia, para a 18ª Bienal em 1985, serão examinadas as possíveis conexões com a visão mais eclética e híbrida do design e das artes nos anos 1980. Trata-se, portanto, de um estudo de casos que busca explicitar a importância do cartaz, não somente como suporte do fazer design, mas, também de relevância histórica ao servir como espelho da cultura, aqui, em especial, das artes e da sociedade de uma época.
Quem sabe eu ainda publico...

sexta-feira, 13 de novembro de 2009


O tempo e a arte

Quando Gustave Le Gray fotografou a Onda haviam transcorrido 17 anos que Daguerre apresentara a fotografia oficialmente ao mundo. Desde aquele marco inicial os tempos de exposição fotográfica foram se tornando cada vez menores, desta forma foi possível que Le Gray registra-se em 1856 o instante de uma onda na praia. Era uma época onde a fotografia também tentava se estabelecer como uma nova expressão artística, encontrando neste sentido uma forte oposição devido entre outras coisas, ao fato da arte precisar manter sua "aura" de criação única, o que se perderia com a reprodutibilidade técnica. Criticando este suposto status ou essência artística, Walter Benjamin mencionou que "a mão foi liberada das responsabilidades artísticas mais importantes, que agora cabiam unicamente ao olho", que sendo mais rápido que as mãos permitia ao artista-fotógrafo capturar o momento "mágico".
Contemporâneo de Le Gray, o impressionista Claude Monet pintava ao ar livre o ambiente de uma  estação de trem com suas pinceladas rápidas como que tentando captar as impressões de cada momento presenciado na estação ao invés de preocupar-se com o retrato fiel e figurativo do ambiente. E estas impressões também faziam-se necessárias sob a luz de diferentes horários do dia, como se Monet tentasse aplicar na arte o que ocorria com a fotografia na época. Do outro lado, o observador levava mais tempo do que de costume para combinar estas pinceladas e tonalidades para enxergar completamente o quadro proposto pelo pintor.
Em 1924, René Clair apresentava seu filme Entr’acte no intervalo de um balé dadaísta. Quase 30 anos haviam se passado desde que os irmãos Lumière davam início ao cinema, em parte uma evolução dos instantâneos fotográficos. Estes instantâneos dispostos em seqüência possibilitaram a Clair montar de forma sarcástica e até aleatória diversas situações do cotidiano da vida na França, ironizando momentos como um velório, uma partida de xadrez ou uma dança. O público poderia apreciar - ou se desgostar - da película de 20 minutos enquanto esperava o segundo ato do balé.

O trabalho da brasileira Mira Schendel em 1966, utilizando folhas de papel-arroz, mostrava a efemeridade do tempo e da obra. O próprio título, Trenzinho,  parecia transmitir transitoriedade. Os olhos percorriam "trilhos" precários que já não existem mais. Resta somente o registro fotográfico possibilitando que a obra possa ser fruída inúmeras vezes pelas pessoas ao longo dos anos.
Pouco depois, o italiano Gaetano Pesce desenvolvia uma série de sofás de visual bastante orgânico que inovavam pela concepção de sua embalagem, fácil de transportar, que ao ser aberta, permitia que o poliuretano, em contato com o ar, se expandisse até atingir o formato final concebido pelo designer. Um toque de criatividade não somente visual, mas no momento planejado para a expansão do polímero, como uma metáfora da velocidade com que a tecnologia imprimia à sociedade e a cultura pop por meio da utilização do plástico, barato e de consumo rápido.
No início dos anos 70, Robert Smithson cria sua land art modificando o ambiente em um lago americano. A fruição por parte do observador – e participante – começa ao observar a obra ao longe, continua durante a exploração do espiral e o tempo transcorre à medida que o indivíduo interage com o que está em redor. Além disso, ao longo de todos estes anos quantas modificações o meio ambiente produziu no píer? Uma constante transformação temporal sobre uma obra de arte descaracterizada do habitual espaço museológico.

São trabalhos que lidam com o tempo de modos diferentes e, por vezes, bem semelhantes. A fotografia sintetizando e isolando um momento de nova expressão artística, os impressionistas captando estas frações efêmeras numa combinação de pinceladas ágeis. Um filme que reune de forma não-linear várias sequências de trechos desordenados, num amálgama irracional e ilógico, para contestar o tempo em que vive. Folhas de papel que refutam a imortalidade da arte, como se dissessem: “que a obra seja eterna enquanto dure”. Resta-nos preservar o efêmero e transitório por meio da fotografia, admirando obras de arte impressas em um livro confortavelmente sentados num sofá de espuma expansível. Ou viajar até o Lago Salgado nas Montanhas Rochosas para admirar e sentir arte e natureza integrados num píer artístico.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009


Pictogramas para revista de imóveis


Os pictogramas acima foram criados para separar e organizar anúncios de imóveis por categorias para a revista da Rede Imóveis Joinville entre 2007 e 2008. Gosto em especial da síntese e minimalismo geométrico aplicado nos ícones para Apartamentos e Residências.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009


Marca para Aliança Brindes



Um dos meus primeiros trabalhos na Masterpress de Joinville, por volta do início dos anos 2000. Tenho especial carinho pelo símbolo, uma junção de duas alianças para formar a letra "a". A empresa ainda utiliza esta marca mas com algumas alterações feitas por outra agência.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009


Vista noturna


Foto tirada da sacada do Abdala Studio, em Joinville - SC, depois de algumas horas trabalhando para colocar o blog no ar.